sexta-feira, 27 de setembro de 2013

PROPOSTA DE REDAÇÃO



REVISÃO DE REDAÇÃO/PROF. RUFINO 14.09.13

TEMA:
ESPIONAGEM NORTE-AMERICANA DE DADOS BRASILEIROS: UMA AMEAÇA AO CRESCIMENTO ECONÔMICO DO BRASIL OU SIMPLES INVEJA AMERICANA NA TECNOLOGIA DO PRÉ-SAL?

Dilma Rousseff faz reunião de emergência com ministros sobre espionagem do governo dos EUA.
A reunião, no Palácio do Planalto, começou por volta das 10h
02/09/2013 - 13:25

A presidente Dilma Rousseff convocou para a manhã desta segunda-feira (1) uma reunião de emergência. O encontro com ministros trata da denúncia, feita no Fantástico deste domingo (2), de que a presidente Dilma Rousseff foi alvo de espionagem do governo dos EUA.
A reunião, no Palácio do Planalto, começou por volta das 10h e teve participação dos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Luiz Alberto Figueiredo (Itamaraty), Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), Helena Chagas (Comunicação Social), Paulo Bernardo (Comunicações), Celso Amorim (Defesa) e José Elito (Gabinete de Segurança Institucional).
Mais cedo, Figueiredo, se reuniu com o embaixador norte-americano no Brasil, Thomas Shannon. A reunião, no Palácio do Itamaraty, foi marcada para tratar sobre a denúncia. Após a reunião, o embaixador Thomas Shannon saiu sem falar com a imprensa. O Itamaraty e a embaixada americana ainda não comentam o que foi dito pelo ministro e pelo embaixador no encontro.
Na noite de domingo, após a reportagem ter revelado que a presidente Dilma era alvo das ações de espionagem, o governo já havia manifestado que iria pedir explicações para Thomas Shannon.
Denúncia
Documentos classificados como ultrassecretos, que fazem parte de uma apresentação interna da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, obtidos com exclusividade pelo Fantástico, mostram a presidente Dilma Rousseff, e o que seriam seus principais assessores, como alvo direto de espionagem da NSA. Um código indica isso.
O jornalista Glenn Greenwald, coautor da reportagem, foi quem recebeu os papéis das mãos de Edward Snowden - o ex-analista da NSA que deixou os EUA com documentos da agência com a intenção de divulgar o sistema de espionagem americano no mundo.
Glenn afirmou que recebeu o documento na primeira semana de junho, quando esteve com Snowden em Hong Kong. “Ele me deu esses documentos com todos os outros documentos no pacote original.”
O pacote tinha milhares de documento secretos. Glenn analisou esses papéis com Snowden durante uma semana em Hong Kong. Pouco depois, Snowden fugiu para a Rússia, onde passou 38 dias na área de trânsito do aeroporto de Moscou, até ter seu pedido de asilo aceito no país.
Durante a produção, a reportagem conversou com Snowden por um programa de bate-papo protegido contra espionagem. Escondido em algum ponto do território russo, ele disse que por exigência do governo local não pode comentar o conteúdo dos papéis, mas disse que acompanha a repercussão que os documentos estão tendo pelo mundo, inclusive no Brasil.
Fantástico: como é que a gente pode avaliar o documento e saber se foram operações que foram consumadas, e não apenas projetos?
“Ficou muito claro, com esses documentos, que a espionagem já foi feita, porque eles não estão discutindo isso só como alguma coisa que eles estão planejando. Eles estão festejando o sucesso da espionagem”, afirmou Glenn.
Os documentos mostram que foi feita espionagem de comunicações da presidente Dilma com seus principais assessores. Também é espionada a comunicação dos assessores entre eles e com terceiros.
A apresentação secreta se chama "filtragem inteligente de dados: estudo de caso México e Brasil." Segundo a apresentação, o programa possibilita encontrar, sempre que quiser, uma "agulha no palheiro."

Obama promete a Dilma esclarecimento sobre espionagem

Americano reuniu-se com presidentes do Brasil e do México para tratar das denúncias de que os EUA teriam monitorado comunicações privadas de ambos

Os presidentes Barack Obama e Dilma Rousseff conversam antes do início da reunião do G20 em São Petersburgo, nesta quinta-feira (05) (Pablo Martinez Monsivais/AFP). O presidente americano Barack Obama prometeu à presidente Dilma Rousseff e ao presidente do México, Enrique Peña Nieto, que os Estados Unidos vão esclarecer as preocupações provocadas por denúncias de que comunicações privadas de ambos teriam sido espionadas pelos EUA. As informações foram dadas nesta sexta-feira à agência de notícias France-Presse por uma fonte do governo americano.
Na quinta-feira, a presidente Dilma reuniu-se com Obama logo após a abertura do encontro do G20, em São Petersburgo, na Rússia. Tanto a Casa Branca quanto o Palácio Planalto confirmaram a reunião, que ocorreu em um momento de tensão entre os governos brasileiro e americano. Foi justamente durante o encontro que Obama se comprometeu a esclarecer a questão, segundo o conselheiro adjunto de segurança nacional para as comunicações estratégicas dos Estados Unidos, Ben Rhodes.
Presidente dos Estados Unidos Barack Obama durante o seu encontro com o presidente da China, Xi Jinping, na cúpula do G20, em São Petersburgo - Kevin Lamarque/Reuters
Já Peña Nieto recebeu de Obama a promessa de uma investigação das denúncias de espionagem quando ele era candidato à Presidência mexicana.
Uma fonte do governo brasileiro afirmou na quarta-feira que Dilma estava "furiosa" com as denúncias de que teria sido espionada pela Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) e queria um pedido público de desculpas do governo americano. A presidente teria ameaçado, inclusive, cancelar a visita de Estado a Washington, marcada para outubro.
O Palácio do Planalto informou, na manhã desta quinta, o cancelamento da ida a Washington de uma equipe do governo para preparar a viagem da presidente, sem dar mais detalhes.
Antes do encontro dos presidentes, Rhodes havia reconhecido a importância dada pelo governo brasileiro a uma reunião com Obama para tratar das denúncias de espionagem. "Entendemos quanto isso é importante para os brasileiros", disse. "Estamos concentrados em garantir que os brasileiros entendam exatamente qual a natureza do nosso esforço de inteligência. Então, temos o objetivo de resolver essas coisas numa base bilateral."
As informações foram divulgadas no domingo por uma reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, feita com base em documentos vazados pelo ex-prestador de serviços da NSA Edward Snowden. A agência teria monitorado o conteúdo de e-mails, telefonemas e mensagens de texto de Dilma.

 

OBSERVAÇÕES

·        Seu texto deve ser produzido com o uso da norma padrão da língua;

·        Não deve ser escrito em forma de poema ou narrativa;

·        Deverá conter no mínimo 15 linhas e no máximo 30;

·        Deverá ser apresentada a tinta azul ou preta;

·        Faça um rascunho e depois reescreva na folha definitiva;

·        O título é opcional e em nenhum momento poderá ser identificada.

 

PARA PRATICAR...

 

1.      LEIA ATENCIOSAMENTE CADA PARÁGRAFO E INDIQUE QUAL TIPO DE ESTRATÉGIA CORRESPONDE CADA UM DELES UTILIZNDO O CÓDIGO: (1) CAUSA E CONSEQUENCIA, (2) ARGUMENTO POR EXEMPLIFICAÇÃO, (3) ARGUMENTAÇÃO POR DADOS ESTATÍSTICOS, (4) ARGUMENTAÇÃO POR TESTEMUNHO DE AUTORIDADE E (5) ARGUMENTAÇÃO POR CONTRA-ARGUMENTO.

 

(     ) O cinema nacional conquistou nos últimos anos qualidade e faturamento nunca vistos antes. “Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça” - a famosa frase-conceito do diretor Gláuber Rocha – virou uma fórmula eficiente para explicar os R$ 130 milhões que o cinema brasileiro faturou no ano passado. (Adaptado de Época, 14/04/2004)

(     ) Ao se desesperar num questionamento em São Paulo, daqueles em que o automóvel não se move nem quando o sinal está verde, o indivíduo deve saber que, por trás de sua irritação crônica e cotidiana, está uma monumental ignorância histórica.
São Paulo só chegou a esse caos porque um seleto grupo de dirigentes decidiu, no início do século, que não deveríamos ter metrô. Como cresce dia a dia o número de veículos, a tendência é piorar ainda mais o congestionamento – o que leva técnicos a preverem como inevitável a implantação de perigos.
(Adaptado de Folha de S. Paulo. 01/10/2000)

(     ) A condescendência com que os brasileiros têm convivido com a corrupção não é propriamente algo que fale bem de nosso caráter. Conviver e condescender com a corrupção não é, contudo, praticá-la, como queria um líder empresarial que assegurava sermos todos corruptos. Somos mesmo?
Um rápido olhar sobre nossas práticas cotidianas registra a amplitude e a profundidade da corrupção, em várias intensidades.
Há a pequena corrupção, cotidiana e muito difundida. É, por exemplo, a da secretária da repartição pública que engorda seu salário datilografando trabalhos “para fora”, utilizando máquina, papel e tempo que deveriam servir à instituição. Os chefes justificam esses pequenos desvios com a alegação de que os salários públicos são baixos. Assim, estabelece-se um pacto: o chefe não luta por melhores salários de seus funcionários, enquanto estes, por sua vez, não “funcionam”. O outro exemplo é o do policial que entra na padaria do bairro em que faz ronda e toma de graça um café com coxinha. Em troca, garante proteção extra ao estabelecimento comercial, o que inclui, eventualmente, a liquidação física de algum ladrão pé-de-chinelo.
(Jaime Pinksky/Luzia Nagib Eluf.. Brasileiro(a) é Assim Mesmo, Ed.Contexto)

(      ) São expedientes bem eficientes, pois, diante de fatos, não há o que questionar...
No caso do Brasil, homicídios estão assumindo uma dimensão terrivelmente grave. De acordo com os mais recentes dados divulgados pelo IBGE, sua taxa mais que dobrou ao longo dos últimos 20 anos, tendo chegado à absurda cifra anual de 27 por mil habitantes. Entre homens jovens (de 15 a 24 anos), o índice sobe a incríveis 95,6 por mil habitantes.
(Folha de S. Paulo. 14/04/2004)

 

(      ) Assim parece ser porque, para Piaget, “toda moral consiste num sistema de regras e a essência de toda moralidade deve ser procurada no respeito que o indivíduo adquire por essas regras” (Piaget, 1994, p.11). A essência da moral é o respeito às regras. A capacidade intelectual de compreender que a regra expressa uma racionalidade em si mesma equilibrada.


(     )“O fumo é o mais grave problema de saúde pública no Brasil. Assim como não admitimos que os comerciantes de maconha, crack ou heroína façam propaganda para os nossos filhos na TV, todas as formas de publicidade do cigarro deveriam ser proibidas terminantemente. Para os desobedientes, cadeia.”




segunda-feira, 2 de setembro de 2013

ESPAÇO DA INTERPRETAÇÃO




TREM DE FERRO
01 Café com pão
02 Café com pão
03 Café com pão
04 Virgem Maria que foi isto maquinista?
05 Agora sim
06 Café com pão
07 Agora sim
08 Voa, fumaça
09 Corre, cerca
10 Ai seu foguista
11 Bota fogo
12 Na fornalha
13 Que eu preciso
14 Muita força
15 Muita força
16 Muita força
17 Oô...
18 Foge, bicho
19 Foge, povo
20 Passa ponte
21 Passa poste
22 Passa pasto
23 Passa boi
24 Passa boiada
25 Passa galho
26 De ingazeira
27 Debruçada
28 No riacho
29 Que vontade
30 De cantar!
31 Oô...
32 Quando me prendero
33 No canaviá
34 Cada pé de cana
35 Era um oficiá
36 Oô...
37 Menina bonita
38 Do vestido verde
39 Me dá tua boca
40 Para matá minha sede
41 Oô...
42 Vou mimbora 
43 vou mimbora
44 Não gosto daqui
45 Nasci no sertão
46 Sou de Ouricuri
47 Oô...
48 Vou depressa
49 Vou correndo
50 Vou na toda
51 Que só levo
52 Pouca gente
53 Pouca gente
54 Pouca gente...

01 Pelo que se pode inferir do texto, o trem viaja:
a) Do interior para uma cidade grande do litoral;
b) De uma pequena cidade do interior para outra cidadezinha do interior;
c) De uma cidade grande do litoral para outra cidade grande do litoral;
d) Na região Sudeste do Brasil;
e) Para o sertão.

02 Os três últimos versos do poema revelam que:
a) O trem é de carga, por isso leva poucos passageiros;
b) Ainda estão entrando passageiros no trem;
c) Há poucos passageiros, pois o trem se aproxima do destino final e muitos já desceram;
d) Há poucos passageiros, porque eles não desejam ir até à cidade grande;
e) Os poucos passageiros que ficaram não têm para onde ir.

03 Em “Quando me prendero no canaviá cada pé de cana era um oficiá” (versos 32, 33, 34 e 35) percebe-se que:
a) O poeta não tem preocupações com a linguagem culta, pois obrigatoriamente precisa ser contestador, já que essa é uma característica modernista;
b) O poeta não tem preocupações com a norma culta simplesmente pelo fato de desprezá-la ou desconhecê-la;
c) As transgressões à norma culta dão-se para que a representação pretendida pelo poeta do viajante do trem seja a mais fidedigna possível, inclusive no modo de falar;
d) O coloquialismo visto na linguagem é a característica mais marcante da obra de Manuel Bandeira, poeta que só aborda temáticas rurais, sobretudo na obra “Estrela da Manhã”;
e) O trecho citado é um exemplo claríssimo de linguagem erudita.

04 O verso 04 do poema revela:
a) Que o trem indubitavelmente acelerou bastante;
b) Que o trem manteve o ritmo normal;
c) Que o trem simplesmente parou;
d) Que o trem, de algum modo, alterou o ritmo da viagem;
e) Que o trem descarrilou.

Sol de Maiakóvski PARA AS QUESTÕES DE 5 A 10
Augusto de Campos. In : Despoesia.
São Paulo: Perspectiva, 1994.

05 Relendo o titulo do poema, observe no centro do mesmo: a que podem ser associadas à luz branca e a luza amarela?
a) à lua
b) ao sol
c) ao sol e aos seus raios
d) ao centro da terra
e) à terra de Maiakóvski

06 O uso das tonalidades claras e escuras das cores e a repetição do verbo BRILHAR sugerem varias coisas, menos:
a) calor
b) energia
c) brilho
d) luminosidade
e) amor


Texto 02

(...)
No coração da mata gente quer
Prosseguir
Quer durar, quer crescer,
(...)
Gente é pra brilhar,
Não pra morrer de fome
Gente deste planeta do céu
De anil
(...)
Trecho da musica “Gente” de Caetano Veloso

07 O verso “gente é pra brilhar” do poema anterior, se repete na letra da canção acima. É possível afirmar:
a) Em ambos os textos o verso enfatiza a ideia de que as pessoas não foram feitas para brilhar
b) Em ambos os textos o verso enfatiza a ideia de que as pessoas foram feitas para ser infelizes
c) Existe uma relação de sentido entre eles
d) O poema não possui relação com a canção de Caetano
e) NDA

08 Também é possível se verificar nos dois textos:
a) uma mesma ambientação
b) um mesmo eu lírico
c) um mesmo objetivo
d) uma forma de linguagem idêntica
e) as letras são idênticas

09 Na expressão: “Brilhar como um farol...” temos claramente a presença de
a)      Metáfora
b)      Metonímia
c)      Comparação
d)      Prosopopéia
e)      Anacoluto

10 Ao compararmos os dois textos acima promovemos o fenômeno discursivo chamado de
a)      Interdisciplinaridade
b)      Paródia
c)      Paráfrase
d)      Intertextualidade
e)      NDA



Para responder às questões leia o fragmento de conto abaixo, extraído da obra “Primeiras Estórias”, de autoria de João Guimarães Rosa:

"Vosmecê agora me faça a boa obra de querer me ensinar o que é mesmo que é: fasmigerado... faz-me-gerado...famisgeraldo... familhas-gerado. Disse, de golpe, trazia entre dentes aquela frase. Soava com riso seco. Mas, o gesto, que se seguiu, imperava-se de toda a rudez primitiva, de sua presença dilatada. 
Detinha minha resposta, não queria que eu a desse de imediato.  E já aí outro susto vertiginoso suspendia-me: alguém podia ter feito intriga, invencionice de atribuir-me a palavra de ofensa àquele homem; que muito, pois, que aqui ele se famanasse, vindo para exigir-me, rosto a rosto, o fatal, a vexatória satisfação?
"Saiba vosmecê que saí 'ind-hoje da Serra, que vim, sem-parar, essas seis léguas, expresso direto pra mor de  lhe preguntar a pregunta, pelo claro...” Se sério, se era. Transiu-se-me.
"Lá, e por estes meios de caminho, tem nenhum ninguém ciente, nem tem o legitimo - o livro que aprende as palavras... É gente pra informação torta, por se fingirem de menos ignorâncias... Só se o padre for capaz, mas com padres não me dou: eles logo engambelam... A bem. Agora, se me faz mercê, vosmecê me fale, no pau da peroba, no aperfeiçoado: o que é que é, o que já lhe perguntei?"
Se simples. Se digo. Transfoi-se-me. Esses trizes:
 -Famigerado?
 -"Sim senhor.. ." - e, alto, repetiu, vezes, o termo, enfim nos vermelhões da raiva, sua voz fora de foco. E já me olhava, interpelador,  intimativo - apertava-me. Tinha eu que descobrir a cara. - Famigerado? Habitei preâmbulos. Bem que eu me carecia noutro ínterim, em indúcias. Como por socorro, espiei  os três outros, em seus cavalos, intugidos até então, mudos. Mas, Damásio:
-"Vosmecê declare. Estes aí são de nada não. São da Serra. 56 vieram comigo, pra testemunho. Só tinha de desentalar-me. O homem queria estrito o caroço: o verivérbio.
 -Famigerado é inóxio, é "célebre", "notário", "notável”.
 -"Vosmecê mal não veja em minha grossaria no não entender. Mais me diga: É desaforado? É caçoável? É de arrenegar? Farsência? Nome de ofensa?"
 -Vilta nenhuma, nenhum doesto. São expressões neutras, de outros usos...
 -"Pois.., e o que é que é, em fala de pobre, linguagem de em dia-de-semana?"
 -Famigerado? Bem. É: "importante", que merece louvor, respeito ...
 -"Vosmecê agarante, pra a paz das mães, mão na Escritura?"
 Se certo! Era para se empenhar a barba. Do que o diabo, então eu sincero disse:
 -Olhe: eu, como o senhor me vê, com vantagens, hum, o que eu queria uma hora destas era ser famigerado - bem famigerado, o mais que pudesse!...
 -"Ah, bem! .. ." - soltou, exultante....

01 O homem que foi chamado de “famigerado”, de acordo com o que se infere da leitura do fragmento textual, pode ser caracterizado principalmente como:
a) Culto;
b) Medroso;
c) Caçoável;
d) Rude;
e) Perspicaz.

02 O trecho “lhe preguntar a pregunta” aponta para um caso típico de:
a) Pleonasmo;
b) Eufemismo;
c) Metáfora;
d) Silepse;
e) Zeugma.

03 Ainda sobre o trecho “lhe preguntar a pregunta” pode-se afirmar que aponta a forte presença da linguagem:
a) Formal;
b) Erudita;
c) Coloquial;
d) Universal;
e) Gramaticalmente correta.

04 A expressão “pra mor de” traz ao contexto circunstância de:
a) Causa;
b) Conseqüência;
c) Finalidade;
d) Concessão;
e) Tempo.